Clodoaldo Magalhães (PV/PE), Aliel Machado (PV/PR) e Reginaldo Veras (PV/DF) estiveram na Secretaria de Relações institucionais para tratar sobre o projeto de desmonte ambiental
Na véspera da votação do projeto que altera as regras do licenciamento ambiental, a bancada do Partido Verde na Câmara dos Deputados se reuniu com a ministra de Relações Institucionais do Governo, Gleisi Hoffmann, para reforçar sua posição contra o desmonte da legislação ambiental brasileira.
Participaram do encontro os deputados Clodoaldo Magalhães (PV/PE), líder da bancada, Aliel Machado (PV/PR) e Reginaldo Veras (PV/DF). A reunião ocorreu na Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, na última terça-feira (15).
Os parlamentares alertaram sobre os riscos das emendas em discussão na Câmara, que pode fragilizar ainda mais os mecanismos de proteção ambiental, além de abrir brechas para a flexibilização de licenciamentos em atividades de alto impacto. “Não se trata de ser contra o desenvolvimento, mas de garantir que ele ocorra com responsabilidade, preservando os recursos naturais e os direitos das populações afetadas”, afirmou Clodoaldo Magalhães.
A bancada do PV tem atuado de forma firme na defesa do meio ambiente e reforça que não aceitará retrocessos que comprometam o equilíbrio ecológico, os compromissos climáticos assumidos pelo Brasil e os direitos socioambientais conquistados nas últimas décadas.
O Partido tem estudado ainda as inconstitucionalidades do que texto apresentado e deve trabalhar, em caso de aprovação, pelos vetos ou pela judicialização. A legenda seguirá articulada com outros partidos e setores da sociedade civil para barrar qualquer proposta que represente ameaça ao meio ambiente. Ainda na semana, os parlamentares estiveram ainda com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.
“É um projeto que escancara as porteiras para o desmatamento, enfraquece o licenciamento ambiental e os órgãos de fiscalização: Ibama, Funai, ICMBio e Iphan, e ignora a ciência e a Constituição. Seguiremos firmes contra esse absurdo. É retrocesso destruir o que garante nossa vida”, finalizou Reginaldo Veras.





