Os 12 deputados federais do Partido Verde que estiveram presentes na sessão que decidiu sobre a implementação da CSS, votaram contra o projeto de lei do governo.
Os 12 deputados federais do Partido Verde que estiveram presentes na sessão que decidiu sobre a implementação da CSS, votaram contra o projeto de lei do governo.
O deputado federal José Paulo Tóffano (PV/SP) apresentou recentemente à Câmara dos Deputados o Projeto de Lei (PL) n.º 3112/2008 que visa tornar obrigatória a inclusão, em fichas cadastrais ou outro tipo de formulário de informações, de um campo destinado ao preenchimento para pessoas que vivem em união estável.
CCJ da Câmara aprova redação do deputado Dr Talmir (PV-SP) ao projeto que impede a discriminação de pessoas com base em informações genéticas sobre predisposição a doenças. O texto garante ainda o sigilo das informações.
A Frente Parlamentar Ambientalista vai debater amanhã o Projeto de Lei Complementar (PLP) 12/03, do deputado Sarney Filho (PV-MA), que fixa normas para a divisão de competências e para a cooperação entre União, estados e municípios em relação ao meio ambiente. O objetivo é evitar que a ausência de atribuições específicas cause sobreposição de ações dos entes federados ou impeça a tomada de ações, o que causaria prejuízos ao meio ambiente.
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A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável se reúne às 10 horas e pode votar o Projeto de Lei 2243/07, do deputado Dr. Talmir (PV-SP), que proíbe as empresas que cometerem infração administrativa ambiental de obter subsídios, subvenções ou doações do governo pelo período de até três anos. Atualmente, a Lei de Crimes Ambientais (9.605/98) já impossibilita essas empresas de fechar contratos com a administração pública, também por até três anos.
A relatora, deputada Marina Maggessi (PPS-RJ), recomenda a aprovação da proposta com emenda que deixa de proibir subsídios, subvenções ou doações da administração pública a empresas com débitos previdenciários ou fiscais. A relatora lembra que a proibição já está prevista na legislação setorial. Além disso, os órgãos ambientais teriam dificuldades para receber informações atualizadas da condição previdenciária e fiscal dos infratores.
Marina Maggessi observa que, atualmente, a fiscalização utiliza principalmente as multas para coibir os danos contra o meio ambiente. “Apesar da ampla utilização, as multas têm eficácia limitada no controle da degradação ambiental”, avalia. A relatora lembra que o Ibama aplicou em 2007 multas no valor recorde de R$ 2,57 bilhões, mas pouco desse valor foi pago por causa dos recursos que adiam a execução. (Agência Câmara)