Reunião do Partido Verde, nesta segunda-feira (14.05), na sede do diretório estadual, definiu o nome do vereador Marcelo Bluma como pré-candidato à prefeitura de Campo Grande nas eleições deste ano. O encontro reuniu pré-candidatos a vereador no município, que foram unânimes em apoiar o nome de Bluma para a disputa do executivo municipal.

Bluma, que é presidente do PV no Estado e vereador no terceiro mandato na Câmara Municipal, destaca que a candidatura própria permitirá o crescimento do Partido, além de referendar o compromisso do PV com a renovação na política e a alternância de poder. “Decidimos que o melhor para o Partido é disputar as eleições com uma candidatura própria e propor soluções para os problemas da cidade, como saúde, transporte e habitação. Vivemos durante muitos anos com um mesmo grupo político no comando. Está na hora de outras pessoas mostrarem suas idéias, seus trabalhos. Queremos apresentar novas práticas de gestão”, ressaltou o pré-candidato.

Ele afirmou ainda que sua experiência como vereador lhe dá prerrogativas para o cargo no executivo. “A Câmara Municipal é o local fundamental onde a eleição precisa passar, pois são os vereadores que discutem as questões da cidade durante todo o ano, aprovam o orçamento, fazem audiências públicas e votam os projetos. Vejo essa pré-candidatura como uma oportunidade política na minha vida e vou fazer o melhor possível para que tenhamos um resultado positivo nessas eleições”.

De acordo com Bluma, o Partido está unido no município, com uma chapa de 43 pré-candidatos, e pretende eleger três vereadores na Câmara. Ainda segundo Bluma, o Partido discute uma chapa pura, com a vaga de vice sendo disputada por uma mulher – o que ainda será decidido pela sigla.

O pré-candidato também enfatizou que o Partido irá brigar por uma vaga no segundo turno, ponderando que a disputa não é entre o PV e o candidato do governo, e sim entre os outros nomes que estão colocados. “Excetuando o candidato do governo, aquele que chegar à frente, com certeza irá para o segundo turno. E essa é a nossa meta”, afirmou.

A pré-candidatura de Bluma será homologada na convenção do Partido, que deve ser realizada entre os dias 20 e 30 de junho.

Perfil do pré-candidato – Marcelo Bluma é Engenheiro Civil, formado pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, em 1985, e em 2010 formou-se em Direito pela Faculdade Estácio de Sá. Dedicou-se à construção civil atuando na execução de obras residenciais e comerciais em todo o Estado e permaneceu desenvolvendo essas atividades até o ano 2000, quando se elegeu pela primeira vez para o cargo de Vereador de Campo Grande, que mantém até hoje.

Fonte : PV.MS


O Coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista, deputado Sarney Filho participou na sexta-feira (11) de audiência com o ministro da Justiça, Eduardo Cardoso. “Nossa reunião com índios xavantes e guarani-kaiowá e o ministro da Justiça foi muito produtiva. Ele reconheceu a gravidade da situação desses grupos que estão sofrendo ameaças e garantiu que a presidente Dilma quer resolver o problema da demarcação e desintrusão de áreas indígenas. Paralelamente, decidi apresentar ao Conselho Nacional de Justiça um dossiê com todos os casos de ameaças e violência que várias etnias estão enfrentando. Os índios disseram que se sentem abandonados e querem a presença mais efetiva da Funai”, afirmou o deputado.

Pela manhã, foi realizada audiência pública na CMADS sobre o tema. Na ocasião Sarney Filho afirmou que “está havendo um verdadeiro genocídio dessas comunidades, que estão vivendo em situação precária, em beira de estrada, sem ter a garantia da terra onde nasceram e onde seus ancestrais viveram”.

A subprocuradora-geral da República, Débora Duprah, disse que o Poder Judiciário tem responsabilidade pelo impasse envolvendo agricultores e índios, ao acolher recursos dos supostos proprietários de terra para impedir que a Funai analise a área. “Toda vez que há iniciativa do Estado em avançar no reconhecimento dessas terras, nós temos uma reação privada, à qual se soma um reforço do Judiciário.”

A Fundação Nacional do Índio (Funai) defendeu ma nova forma de indenização a agricultores que ocupam áreas contestadas por povos indígenas no Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul. O assessor da Presidência da Funai Aluisio Azanha afirmou, em audiência na Câmara, que uma “indenização justa” aos fazendeiros seria o melhor caminho para acabar com as ações judiciais e com a violência gerada por disputas de terra.

“Hoje, a Funai só paga as benfeitorias de boa-fé. Os títulos [de propriedade] são declarados nulos. Temos algumas proposições que tentam avançar a questão do pagamento do valor da terra nua.”

A audiência foi promovida pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável para discutir a situação dos índios Xavantes da Terra Indígena Marãiwatsédé, em Mato Grosso; e Guarani-Kaiowás, em Mato Grosso do Sul.

Fonte : Assessoria de imprensa do deputado Sarney Filho/Agência Câmara

 

ocupa paris by leo duppre

A defesa do patrimônio público sempre foi uma questão de honra para o Partido Verde. Em prol deste princípio, os verdes cariocas organizaram a manifestação “Ocupa Paris – Piquinique Protesto”, no sábado, 12/05, na praça Paris no bairro da Glória. A manifestação, chamada de Ocupa Paris, foi uma crítica ao episódio envolvendo as viagens do peemedebista à capital francesa na companhia do amigo e empresário Fernando Cavendish, ex-presidente da Delta Construções, empresa investigada na CPI mista do Congresso que apura as atividades do contraventor Carlinhos Cachoeira.

O ato PV do Rio de Janeiro teve como tom a irreverência. Os participantes exibiram as faixas pintadas com as frases Caviar é uma ova, Que m… hein Cabral! e Delta e Rola. Os verdes também usaram fraldas brancas na cabeça em uma sátira às fotos divulgadas em que secretários do governo Cabral aparecem dançando com guardanapos na cabeça em uma comemoração na capital da França, ao lado de Cavendish. Entre eles, Sérgio Côrtes (Saúde) e Wilson Carlos (Governo). Nas imagens, de 2009, está também Sérgio Dias, secretário municipal de Urbanismo da administração do prefeito Eduardo Paes, também do PMDB e pré-candidato à reeleição.

- É lamentável. O índice de popularidade dele (Cabral) está despencando. Essa relação do governador com empreiteiros será a sua decadência – afirmou o militante Paulo Fragoso, de 46 anos, que vestia um terno para simbolizar a comitiva liderada por Cabral no exterior.

- Toda essa história de Paris é uma vergonha para o estado. O problema não é o jantar com o Cavendish, mas, sim, misturar o interesse público com o privado – ressaltou o secretário de mobilização e eventos do PV, Flávio Lazaro.

- Um estado que convive alegremente com a corrupção na saúde, enquanto os responsáveis pelo setor festejam em Paris, chegou a um ponto de degradação interna que só um grande movimento popular pode superar, afirmou e fundador do partido, o jornalista Fernando Gabeira.

A atividade contou com a participação de diversas lideranças verdes fluminenses, do líder do PV na Câmara Municipal, vereador Dr. Edison da Creatinina, da secretária nacional de Organização, Carla Piranda, da secretária nacional de Juventude, do representante da executiva nacional, Fabiano Carnevale e da secretária estadual de Finanças, Dora Cordeiro.

Procurado pela imprensa, Cabral não quis comentar.

A viagem do governador e de sua comitiva a Paris, em setembro de 2009, custou aos cofres do estado pelo menos R$ 77,7 mil, conforme tem revelado a imprensa. Os valores pagos pelo governo do Rio são relativos à diária internacional de parte do grupo, e não inclui despesas com passagens aéreas, apenas hospedagem e alimentação. Pelo Portal da Transparência, nove pessoas receberam diárias, entre elas: Cabral (R$ 6.384), Régis Fichtner (secretário da Casa Civil, R$ 4.256), Adriana Novis (chefe do cerimonial, R$ 8.512) e mais seis servidores.

Outros quatro funcionários viajaram e ganharam diárias mas não aparecem no Portal. Situação parecida de cinco secretários de estado que acompanharam Cabral. Segundo o governo, deste grupo, Wilson Carlos, Sérgio Côrtes e Júlio Lopes (Transportes) foram por conta própria. Desde 2009, o governo vinha divulgando que a viagem a Paris ocorreu nos dias 14 e 15 de setembro daquele ano. Agora, o governo informou que a viagem foi, na verdade, de cinco dias. Segundo a assessoria do governo, a diferença ocorre porque a divulgação da agenda de Cabral é sempre relativa aos eventos públicos.

 

 

Mário Mantovani  é diretor de políticas públicas da S.O.S Mata Atlântica, ONG criada na década de 80 que tem como meta promover a defesa da biodiversidade por meio de ações de educação e conhecimento acerca da Mata Atlântica e dos ecossistemas que estão sob sua influência. Nessa entrevista, Mário se mostra totalmente contrário ao texto do Código Florestal aprovado pelo Congresso Nacional e faz críticas ao Governo no que diz respeito à legislação ambiental. 

Confira a entrevista 

Na sua opinião o que seria um Código Florestal eficaz, justo e coerente tanto para os agricultores, sociedade civil e principalmente para o meio ambiente?

Mário Mantovani - O justo é quando todos têm realmente participação considerando o lado social, ambiental e econômico. O que a gente viu nesse novo texto foi um grupo usando a supremacia da força, que ainda tem nos financiamentos agrícolas, das oligarquias rurais, do atraso. E a gente percebeu também uma chantagem que esse grupo fez contra o Governo que aceitou a chantagem. Portanto, quando esses ingredientes estão juntos, ou seja, o lado que defende biodiversidade, clima, água que são coisas coletivas, coisas de interesse difuso. Ficou sem suporte quando o governo aceitou ater o meio ambiente e todas essas questões que são de todos, como moeda de troca para fazer os acordos políticos da casa, nomeações, usou para fazer emendas parlamentares, enfim o meio ambiente foi usado como moeda de troca nessa chantagem. E o que a gente percebeu é que, anteriormente nós já tínhamos feito avanços na legislação socioambiental brasileira, e dessa vez numa única tacada se acabou, por exemplo, com a função social da terra e nós não podemos admitir esse tipo de chantagem que está acontecendo no Brasil. Não é possível admitirmos tamanho retrocesso em pleno 2012, século 21, Rio+20, a gente falando do Brasil como potência ambiental e esse pessoal trabalhando ainda como se fosse uma volta ao passado. A questão ambiental no Brasil, hoje, se não fosse sério, poderia chamar de piada, porque não tem recurso, não tem como funcionar mais; a questão ambiental está falida.

Para o senhor, quais são os principais problemas no texto aprovado pelas duas casas?

MM – O novo texto, ele em si é um problema, não é possível pontuar. Ele é um “Frankstein”, é tão ruim que ele acerta em algumas partes e erra em outras porque já veio sendo costurado a base desses interesses. O certo seria como esestá sendo pedido, um veto total e que se fizesse um esforço de fazer aplicação da legislação. Por exemplo, fala-se sobre a regularização do pequeno agricultor, mas ele já esestá regularizado, nós temos a Lei da Agricultura Familiar, Lei da Mata Atlântica, os pequenos estão dentro, o que nós vimos foi uma grande chantagem dos grandes que queriam uma anistia ampla, geral e irrestrita. Eu acredito que o ideal seria paralisar esse processo iniciado, que o governo vetasse tudo, começasse um processo de regularização e, enquanto isso fizesse um debate sobre o Código Florestal, mas um debate consequente onde todos sejam ouvidos e não só um segmento.

O senhor acredita que há uma contradição no texto do Código, no que diz respeito a redução de áreas de reflorestamento das margens dos rios, porém para a existência do agronegócio é necessário e fundamental água em abundância e terra de qualidade?

MM – O Código é esse conflito, por isso que a gente diz que ele não tem a menor preocupação com o meio ambiente, tinha sim uma preocupação em regularizar situações pra poder ter financiamento agrícola, regularizar terras. O maior problema ambiental brasileiro é fundiário, não é de biodiversidade, é uma discussão periférica. O que nós percebemos é que o que estava em jogo era a questão do uso da terra. Nós nunca tivemos tamanha concentração de terras no poder de tão poucos. Um estudo do IPEA mostrou porque tinha esses grandes conflitos aqui na Câmara dos Deputados. E detectou-se que 80% das terras do Brasil estão nas mãos de menos de 20% de proprietários. Então nós estamos nos esforçando, primeiro para denunciar isso e depois tentar interferir de maneira a que fazer com que o governo tenha responsabilidade pelos seus atos.

Tantas pessoas deram a vida por essa causa, Chico Mendes, irmã Doroty, que foram grandes alertas. Hoje nós estamos tendo a discussão da questão dos índios, que estão perdendo suas terras pra esse avanço da agricultura. E terra de índio, unidade de conservação, não é terra de índio é terra do Brasil, terra nossa. E eles tentam diminuir essas comunidades tradicionais pra se apropriarem dessas terras.

Passeatas e mobilizações no Brasil inteiro contra o texto do Código enviado para a presidente Dilma enfatizam a insatisfação da sociedade civil. O senhor acredita que essa pressão pode gerar resultado para o veto da presidente?

MM – Acredito que não. Nós mandamos abaixo assinado de mais de 1 milhão e trezentas mil assinaturas, sequer teve resposta. Esse governo considera a questão ambiental periférica, não tem nenhuma importância, não tem pudor em colocar a questão ambiental como moeda de troca, é uma vergonha o que estamos passando. O governo se quisesse ter atitude não teria deixado chegar aonde chegou, o governo foi omisso, inconsequente, aceitou todo tipo de chantagem e perdeu a capacidade de reação.

Quais os impactos de uma suposta aprovação pela presidente Dilma do novo Código Florestal para a visão de outros países com relação ao Brasil, que esse ano sedia a Rio+20 e recebe membros governamentais e ambientalistas do mundo inteiro?

MM – O Governo não está muito preocupado com a Conferência, ele está tentando esvaziar a Conferência. Acho que tem o efeito Copenhagen aí, que é da frustração que estão tentando implantar aqui, mas a população não tem ideia do que é a Rio+20, em compensação o governo faz propaganda da Copa do Mundo, das Olimpíadas que só vão acontecer daqui a alguns anos. E o que a gente percebe é que da Rio+20 poderiam sair resoluções que fariam o Brasil sair na frente.

Qual era a importância dessa Conferência agora? Era mostrar que o que foi acordado em 92, parte do mundo não cumpriu o Brasil tava fazendo a sua parte. A presidente podia mostrar que é uma estadista acabando com essa farra que começou no Congresso, que não tem nada de discussão democrática, mas é de grupos de pressão.

Nós exportamos muitos produtos de base, e nessa Conferência o Brasil poderia mostrar que todos os produtos brasileiros saem daqui com carbono fixado com biodiversidade garantida, com água protegida, ou seja, nós não agregamos valor aos nossos produtos e perdemos a chance nessa Conferência. Nós vamos entrar pela porta dos fundos e os outros países também estão percebendo que quando o Brasil não dá valor, não vai ter valor, não vai ter uma prevenção, tanto que os maiores dirigentes não vão vir.

Fonte : Blog da FVHD

Foto: Jaison Sampedro

Durante o ato de apoio formal à pré-candidatura de José Serra à prefeitura de São Paulo, foi entregue ao ex-governador tucano um documento com 11 pontos, inspirados nos 12 valores que permeiam as ações do PV e de acordo com o que tem sido preconizado pela ONU como bases do desenvolvimento sustentável. Leia a síntese dos 11 tópicos do documento..

1. Meio ambiente

*Políticas públicas devem incorporar a chancela do desenvolvimento sustentável em seus programas e projetos

*Plano de arborização e expansão das áreas verdes protegidas em parques, tantos urbanos quanto lineares para ajudar a combater enchentes e proteger as APPs e parque nacionais em defesa da a biodiversidade de acordo com protocolo de Nagoya.

2. Transportes

* Apoiar governo estadual na expansão do Metrô e modernização dos trens da CPTM.

* Substituição do diesel da frota de ônibus por combustíveis limpos

* Ampliação dos corredores de ônibus

*Apoio ao uso da bicicleta]

* Promoção de plebiscito sobre implantação de pedágio urbano cujos recursos deverão ser aplicados na expansão do transporte público e na acessibilidade e segurança de pedestres.

*Manutenção e aperfeiçoamento da inspeção veicular

3. Urbanismo e acessibilidade

*Reurbanização de áreas centrais e dos centros de bairros

* Gestão de áreas de risco e APPs

*Contenção do crescimento nas áreas de mananciais, áreas verdes e várzeas de córregos

*Acessibilidade universal.

4. Saúde e Saneamento

* Investimento de 20% do orçamento em manutenção e expansão do SUS

* Prioridade para Promoção da Saúde, Prevenção e Atenção Primária da Saúde

*Distribuição de 100% de água potável, redução de perdas do sistema e ampliação de 75% para 90% o índice de esgoto tratado em 4 anos.

5. Educação

* Gasto mínimo de 30% do orçamento com a manutenção e expansão  da rede de educação no município.

*Qualificação de professores

*Municipalização da rede estadual na Capital.

6. Habitação

* Prioridade para 100 mil famílias vivendo em áreas de risco geológico

* Impedir novas ocupações em áreas de risco e manutenção de atividade preventiva  da GCM Ambiental

*Urbanização de favelas e regularização de loteamentos precários

*Operações Urbanas para reocupação do Centro.

7. Resíduos sólidos

*Redução da carga de 15 mil toneladas de resíduos produzidos diariamente

*Manutenção do programa de captação de biogás dos seus dois aterros sanitários Bandeirantes e São João), que gera energia elétrica para 500 mil habitantes e neutraliza 10% das emissões

*Reinstalar prática de compostagem dos resíduos orgânicos para reduzir pressão sobre aterros sanitários.

*Criação estímulos econômicos  positivos e negativos para a indústria, comércio e consumidores para reduzir e destinar adequadamente seus resíduos.

8. Economia criativa e cultura

*Preservar, desenvolver e incorporar novos atributos culturais e humanos que marcaram sua história.

*Tornar a Capital pólo mundial de economia criativa e turismo

*Apoio à pesquisa e produção científica, artística e cultural.

*Criação nas subprefeituras de núcleos de apoio a projetos criativos da população

*Fortalecimento da cultura popular

9. Pobreza e Miséria

*Manter e aperfeiçoar cadastro de cada família e pessoa na cidade em situação de extrema pobreza.

Oferecer programas de formação para incorporação no mercado de trabalho.

*Transformar Secretaria de Assistência Social e Secretaria da Solidariedade com poder de comando de articulação intersetorial, dentro do Governo e Das ONGs.

10 Cultura de Paz

*Reduzir a incivilidade  no trânsito

*Realizar esforço para reduzir armas de fogo na cidade

*Dinamizar esforço sistemático para impedir tráfico de drogas ilegais de maior letalidade

* Reduzir a mortalidade materna pela prática do aborto clandestino.

11. Gestão democrática e descentralizada

* Transformar subprefeituras em prefeituras regionais, que deverão seguir de forma matricial com a Secretarias Municipais e com a Câmara dos Vereadores.

* O orçamento das prefeituras regionais devem seguir um valor per capita por habitante em toda cidade.

* Prefeituras regionais devem ter Conselhos Populares eleitos diretamente, baseados na atual experiência dos conselhos de Desenvolvimento sustentável das subprefeituras, que votariam anualmente sugestões para o orçamento a ser apreciado na Câmara Municipal, acompanhando o trabalho das Prefeituras regionais e organizando campanhas e projetos de mobilização popular no seu território.

* Os Conselhos poderão aprovar a arrecadação adicional aos tributos no seu território para implantação de projetos e programas locais.

O trabalho nos conselhos não será remunerado.

*O Prefeito poderá escolher os subprefeitos a partir de consulta popular, experimentado a escolha por votação se lista tríplice ou mesmo por sondagem.

* Fortalecer  a participação do Conselho Metropolitano do Estado para atuar em política públicas integradas com os municípios vizinhos, racionalizando custos e agilizando soluções.

Foto: Jaison Sampedro

Em ato que reuniu secretários municipais, parlamentares, lideranças partidárias e pré-candidatos às eleições municipais deste ano, nesta quinta-feira (10), o PV formalizou o acordo de apoio à pré-candidatura de José Serra à prefeitura de São Paulo. Estiveram também presentes no evento, realizado na Câmara Municipal de São Paulo, o prefeito Gilberto Kassab e o próprio Serra, a quem foi entregue um documento com 11 pontos como contribuição para um programa de governo de acordo com os parâmetros estabelecidos pela ONU para o século 21.

Ao falar sobre a aliança com o PSDB, o secretário do Verde e do Meio Ambiente, Eduardo Jorge — cotado como candidato a vice-prefeito na coligação, já que era o candidato preferencial dos verdes à prefeitura –, relembrou as origens da parceria com os tucanos desde o governo de Franco Montoro e destacou o trabalho desenvolvida nos últimos sete anos de gestão Serra/Kassab. “Esta é uma proposta de coligação coerente. Significa uma avaliação rigorosa da conjuntura da cidade de São Paulo”, disse Jorge, para quem o próximo pleito tem alcance em todo o país. “Esta eleição é a mais importante do Brasil em 2012 e terá repercussão nacional. Por isso o PV tem que apresentar uma visão nacional do que quer para os próximos anos.”

 Jorge destacou ainda o papel do PV como ponto de equilíbrio no embate ideológico travado no ultimo século entre o capitalismo e o socialismo. “Essa é a novidade. Representamos a terceira força. Devemos pensar em uma nova forma de produzir e consumir. É fundamental que a questão ambiental esteja situada no mesmo patamar que a questão econômica e a social” .

O secretário chamou ainda atenção da militância para a importância da renovação e ampliação da bancada verde de vereadores e de seu enraizamento na sociedade a partir de um processo de descentralização política. “É isso que vai permitir a eleição dos conselhos regionais e uma participação e uma influência cada vez maior na administração da cidade”. 

 O deputado federal e presidente nacional do PV, Penna, que liderou o movimento de apoio à pré-candidatura de José Serra, ressaltou o papel da bancada no Congresso no debate de pautas como a do Código Florestal e a defesa do princípios do partido, lembrando aos verdes que nesses eleições o PV “não está concorrendo só pra ganhar”. “Estamos construindo algo diferenciado”, disse. “Não há derrota ou vitória. Existe um processo de construção e de conquistas na sociedade. E cada passo é um movimento para fortalecer nossas bandeiras.”

 Para o prefeito Gilberto Kassab o manifesto de apoio à pré-candidatura tucana é a largada para a corrida que reconduzira Serra à prefeitura paulista para mais um mandato. “Este apoio fortalece a pré-candidatura e incentiva a outros seguirem o mesmo caminho.”

 Em seu discurso Serra agradeceu o apoio dos verdes, prometeu analisar o documento apresentado e fez uma digressão de seu passado envolvido com as causas ambientalistas, apontando dois momentos marcantes. Um relacionado ao projeto de despoluição da região de Cubatão, quando esteve á frente da secretaria de planejamento no governo de Franco Montoro. Outro na elaboração do capítulo reservado ao meio ambiente durante a Constituinte em parceria com Fabio Feldman.

Serra falou também dos avanços conquistados nos últimos anos como a multiplicação de parques na cidade de são Paulo, a renovação da matriz energética do setor de transportes e a introdução da bicicleta como meio de locomoção. E em sua gestão prometeu investir no que para ele é base para uma gestão sustentável: a educação ambiental. “Educação é a chave. Por isso vamos turbinar esse processo. O que não podemos é correr atrás do prejuízo.”

O líder da Bancada do PV, deputado Sarney Filho, enviou à presidente Dilma Rousseff um pedido formal para que ela vete integralmente o texto do novo Código Florestal (PL 1876/1999), aprovado pelo Congresso Nacional.

No documento, protocolado no Planalto, Sarney Filho ressalta as implicações dos aspectos jurídicos e técnicos desse novo código, alerta para os prejuízos ambientais e ainda lista as principais consequências para o País com a sanção do projeto.

“O novo texto representa um grande retrocesso na legislação ambiental, pois retira garantias extremamente importantes para a proteção do meio ambiente, ao reduzir e flexibilizar as Áreas de Preservação Permanente e de Reserva Legal, além da anistiar aqueles que desmataram ilegalmente até 2008”, exemplificou.

O deputado ressaltou que a provação dessa nova lei institucionalizará a “opção pelo atraso”, no lugar de escolher a liderança mundial em prol da economia verde. “Teremos todos que arcar com as consequências dessa opção equivocada”, assinalou o líder do PV.

Para Sarney Filho a liderança do Brasil na Rio+20 também “ficará comprometida se vencerem as forças políticas que insistem em dilapidar e descaracterizar o Código Florestal ao invés de aperfeiçoá-lo, fazendo-o instrumento eficiente do desenvolvimento limpo e responsável”.

“Cabe à sociedade como um todo dizer não à proposta que estão nos impondo! Vamos fazer coro com os nossos jovens, que têm muito a nos ensinar e clamar: Veta Dilma,” defendeu o deputado.

Fonte : Liderança do PV

Paulo Davim (PV-RN) fez um alerta aos gestores municipais sobre a necessidade de entregarem ao Ministério do Meio Ambiente, até agosto, os planos de destinação de resíduos sólidos. A exigência, lembrou o senador, está prevista na Lei 12.305/10, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos e distingue o que é lixo do que é rejeito. Davim ressaltou o objetivo fundamental dos planos, que é acabar com os lixões.

— A pior destinação dos resíduos sólidos são os lixões, devido ao fato de armazenarem lixo sem separação, coleta, reciclagem ou quaisquer outras medidas que contribuam para evitar a contaminação do meio ambiente.

Faço um apelo aos gestores municipais para que fiquem atentos aos prazos para entrega dos planos e se articulem politicamente, que atuem por meio de seus órgãos ambientais e construam suas políticas públicas de resíduos sólidos de maneira integrada e complementar à política nacional vigente — disse.

Fonte : Jornal do Senado

 

A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, 09, o Projeto de Lei 808/2011 de autoria da deputada federal Rosane Ferreira (PV-PR) que exige bulas em remédios manipulados. A proposta, apensada a outro projeto, torna obrigatória a comercialização de medicamentos manipulados por farmácias e ervanários somente com a bula.

“Estamos avançando nessa discussão na Câmara. Não é mais possível admitir que a trate de maneira distinta medicamentos convencionais dos manipulados. Os princípios ativos são os mesmos e os efeitos colaterais e as contraindicações, também”, argumentou. Agora, o projeto de lei segue para análise na Comissão de Constituição e Justiça.

A parlamentar usou como exemplo a substância Sibutramina, que é comercializada pelos laboratórios com todos os detalhes dos efeitos colaterais impresso na bula conforme estabelece a Anvisa. Também é possível adquirir a mesma substância manipulada, que, no entanto, não vem com as informações dos efeitos colaterais como boca seca, dor de cabeça, constipação, e insônia. A Sibutramina é contraindicada para aqueles com pressão alta sem controle, histórico de derrame, doença cardíaca ou arritmia cardíaca.

“Esse medicamento é tão perigoso para a saúde humana que a Anvisa já estuda proibir a sua comercialização no Brasil, seguindo o exemplo de outros países que já o fizeram. É dever do consumidor ter acesso a estas informações, mesmo que o produto seja adquirido através de uma farmácia de manipulação ou ervanário”, alertou Rosane.

Veta Tudo Dilma

Foto: Cristiano Costa/Greenpeace.

O Greenpeace iluminou a laser, ontem, 08.05, o Congresso Nacional, símbolo do Poder Legislativo brasileiro, para pedir o Veta Tudo, Dilma! A ação também anuncia a campanha de coleta de assinatura para o projeto de lei de iniciativa popular que visa proibir o corte de mata nativa, denominado: desmatamento zero.

O Partido Verde, que desde 2007 defende a moratória do desmatamento, iniciou entendimento com o Greenpeace sobre a atual campanha e o projeto de lei, porém aguardará o veto da Presidente sobre o novo código florestal, para definir a forma de sua participação nesta campanha.

 

Page 1 of 5112345»102030...Last »

Partido Verde - 2011
Desenvolvido pela Secretaria Nacional de Comunicação
Alguns direitos reservados