No final da tarde deste domingo (17), na tenda do partido verde, mais de 50 pessoas reuniram-se para discutir a situação atual da legalização da maconha. Na primeira parte do debate, representantes da juventude verde ministraram palestras sobre o tema. Em seguida, os participantes puderam tirar dúvidas e debater sobre o tema.

Na abertura do evento, Rogério Rocco traçou a visão geral sobre o tema. Em seguida, Núbio Revoredo, organizador da marcha da maconha, e André Fraga, presidente do PV de Salvador, trouxeram elementos da judicialização da repressão da manifestação social. Segundo ele, a decisão do Supremo Tribunal Federal que a policia não pode reprimir a marcha trouxe avanços para todos os movimentos sociais.

Na parte da manhã, a Tenda Verde abrigou um programação infantil. No dia 18.06, as atividades dos Verdes se concentrará na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro, no evento Global Green, quando será apresentado o documento que os nossos delegados apresentarão à Conferência Rio+20. O evento de amanhã será transmitido pela TV do PV.

 



7 comentários sobre Verdes encerram tarde com debate sobre legalização da maconha

  1. César em 6 de outubro de 2012

    As idéias do partido são muito boas, mas eu sou contra a legalização das drogas. Essa questão de apoio ás drogas deveria ser retirada do partido.

    • Glacir Gomes em 9 de março de 2013

      No minimo quando o PV oficial falar sobre o assunto deveriam postar tambem tudo o que consta no;
      Programa do Partido Verde.
      Item 8- Justiça e Segurança.
      Senão os Maconheiros de Plantão ficam fazendo piadas do PV.
      Já temos tantos problemas para resolver e ainda querem liberar mais DROGAS?

      • comunicacao em 11 de março de 2013

        O Programa do Partido Verde é nosso guia e todos que assinam a ficha de filiação se comprometem com sua defesa.

  2. waladary fernandes dantas em 26 de junho de 2012

    quamtos e quamtos? filhos e filhas das melhores familhas brasileira irao sofre com o precomceito a disgriminaçao pelo usor de uma droga quer e mais benefiga quer muitas quer sao ereditarias nas familhas por exemplo o algor quer matar,vicia e tam bem distroi familhas e qual lei qual artigo mamtem prezor quem atropela e mata pessoas com um carro.

  3. Eugenio Bartolomeu Costa Ferraz em 23 de junho de 2012

    EQUÍVOCO DO STF

    A Carta da República de 1988 afirma em seu Artigo 5º, Inciso XLIII, que: “a lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia a prática da tortura, o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o terrorismo e os definidos como crimes hediondos, por eles respondendo os mandantes, os executores e os que, podendo evitá-los, se omitirem”.
    Portanto a liberdade de expressão e manifestação do pensamento no Brasil tem os limites definidos nos assuntos relacionados aos crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia, ou seja: a tortura, o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o terrorismo e os crimes hediondos. A lei nesses casos é tão severa que enquadra no mesmo rol dos crimes em tela os mandantes, os executores e os que, podendo evitá-los, se omitirem!
    No dia 15 de Junho de 2011, os oito Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que participaram do julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Constitucional (ADPF) nº 187, votaram unanimemente favoráveis pela liberação das manifestações públicas pela legalização das drogas no Brasil, inclusive a famigerada Marcha da Maconha. Esta ADPF nº 187 foi ajuizada pela Vice-Procuradora-Geral da República Deborah Duprat, e chegou ao STF em Junho de 2009.
    No dia da votação (15-06-2011) a Vice-Procuradora-Geral Deborah Duprat esteve pessoalmente no STF e defendeu a sua esquisita tese a favor da liberação das manifestações públicas pela legalização das drogas, inclusive citou o ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso como um bom exemplo de político que tem defendido a liberação das drogas leves em entrevistas nos meios de comunicação social.
    A Vice-Procuradora-Geral da República está mesmo é fazendo uma apologia ao crime, haja vista que o Inciso XLIII, do Artigo 5º, da Constituição da República Federativa do Brasil – 1988, muito claramente classifica o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins como crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia. Como é que uma alta autoridade da República tem a cara de pau de pedir a liberação da propaganda a favor das drogas, que tem causado tanto mal para milhões de pessoas no Brasil e no mundo?! Então tomo a liberdade de sugerir, por exemplo, que a Vice-Procuradora-Geral visite e conheça pessoalmente as clínicas e centros de recuperação de drogados para conhecer melhor as consequências nefastas dessa questão.
    Todos os Tribunais de Justiça e respectivos Ministérios Públicos de todos os estados do Brasil foram unânimes em negar autorização para a realização das manifestações públicas pela legalização das drogas (Marcha da Maconha), afirmando textualmente que isso é apologia ao crime, isto é, faz propaganda de produtos altamente nocivos para a população e segurança pública. Será que todos eles estão errados e somente o STF é o dono da verdade?!
    Se em nome da liberdade de expressão e manifestação do pensamento é certo fazer propaganda das drogas conforme o STF decidiu, então, por exemplos: os adeptos do terrorismo poderão fazer abertamente suas passeatas no Brasil; os pedófilos do mesmo modo poderão desfilar com faixas e cartazes pedindo a legalização deste crime; os torturadores e seus apoiadores também poderão fazer manifestações públicas e passeatas a fim de legalizar essa prática criminosa! Esse erro gerou uma “jurisprudência” perigosa contra a vida.
    A competência precípua do STF é o de guardião da Constituição Federal. Mas no caso em foco está sendo o contrário, ou seja, deixou de defender a sociedade brasileira que livremente elegeu, em 1986, os Deputados Federais e Senadores (Assembléia Nacional Constituinte) para elaborar a Constituição da República Federativa do Brasil – 1988. Não cabe aos Ministros do STF fazer uma nova Carta Magna, porque isso se caracteriza como uma Ditadura da Suprema Corte da República.
    Enfim, quanto mais tempo o STF levar para reconhecer e corrigir esse grave erro ainda mais desmoralizado ficará perante quem não é analfabeto político! A Pátria Brasileira merece respeito!
    Que Deus, a Suprema Inteligência Universal, ilumine e proteja o Brasil.

    Castanhal, Pará, 23 de Junho de 2012.

    Professor Eugenio Bartolomeu Costa Ferraz
    – Especialista em Educação e Escritor –
    Filiado ao Partido Verde no Município de Castanhal – Estado do Pará
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    CEP 68742-050, Castanhal – Pará.

  4. Augus Scaleycery em 21 de junho de 2012

    Bom, se vcs podem fazer marcha para maconha e outras desnecessárias drogas, poderiam fazer marcha para a energia nuclear ou o desenvolvimento do exercito brasileiro.

  5. fábio dihl em 21 de junho de 2012

    mano nao acredito que um assunto tao sério a ser tratado voces só colocam isto na matéria, nossa que vergonha uma matéria dessas é melhor naem fazer, parece coisa de quem esta em cima do muro e nao tem coragem de assumir posiçoes politicas complexas e polemicas

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